sábado, 21 de novembro de 2015

Caros leitores,

A sexta aula, que  foi realizada no dia 13 de maio de 2015, teve a seguinte programação:

8h – 10h -> Finalização das apresentações sobre Tipos de hipertextos e tipos de links;
10h30 – 12h -> Início das apresentações sobre “Gêneros digitais”.

O “primeiro tempo” de nosso encontro foi movimentado pelas apresentações dos colegas de classe: Eliezer, Álvaro, Josimar e José Nildo acerca do tema “Tipos de hipertextos e tipos de links”. Eles procuraram discutir o tema com base em suas pesquisas individuais. Álvaro, por exemplo, trouxe muitos exemplos referentes ao jornalismo, que é sua formação acadêmica. Ele falou de como os jornais manipulam as informações utilizando os tipos de hipertextos e comentou também a respeito do “bombardeio” de informações dos telejornais aos telespectadores/leitores/navegadores. Nildo trouxe como exemplo de hipertexto parte de sua pesquisa sobre “Retórica”. Josimar fez o mesmo falando de Letramento.

O professor Luiz Fernando aproveitou as apresentações para salientar os efeitos de sentido construído através na construção do hipertexto. Ele comentou a relação de “Similaridade” e “Contiguidade”. Veja o esquema abaixo:

É fundamental perceber que um dos objetivos da disciplina, a partir das leituras, discussões e reflexões, é “desvendar” nosso olhar a respeito da construção do hipertexto na internet. Nada é feito do nada, há sempre um objetivo (muitas vezes econômico) para nos persuadir sem que nós percebamos. E os efeitos de sentidos são produzidos através da construção do hipertexto, em que se incluem os tipos de links utilizados e os diferentes modos de representação (aspectos multimodais).  Este último tópico mencionado será discutido em postagens posteriores.

Um exemplo decorrente desta reflexão foi que a empresa Google recebeu uma crítica de não ser aberto totalmente e imparcial, pois privilegiam no resultado das buscas os sites que tem alguma relação comercial com ele.

Pensando um pouco nos efeitos de sentidos e na compreensão dos hipertextos, podemos afirmar que é o leitor que decide o grau de informatividade que quer no hipertexto. Supõe o tipo de leitor e se ele precisa ou não de expansão.

Existem diversos tipos de links: Links associados aos mecanismos de busca/a downloads/argumentativos/de expansão de conteúdos.

O “segundo” e último tempo de nosso encontro foi movimentado pelo início das apresentações dos textos sobre “gêneros digitais”.
Foram discutidos os seguintes textos: “Linguagem e Tecnologia Digital: Novos Gêneros Textuais” e “Os gêneros textuais digitais no ensino/ aprendizagem da WebLiteratura: o caso dos WebLogs”.

Questões pertinentes foram sublinhadas a partir das duas apresentações:

- “Novo”, “ferramenta”, “suporte”... Palavras que devem ser evitadas. Temos aqui problemas de nomenclatura.
- “Novo tipo de letramento”, “novo ambiente”, “gênero emergente”. Mais uma vez a questão do “novo”. Será eu é novo mesmo?
- Apesar da disseminação do termo “novo”, o conceito de texto parece continuar o mesmo, ou seja, o texto continua sendo instância enunciativa , contrato entre autor e leitor.
- “Novos gêneros textuais são criados em função de uma nova interface”.

            Por último foram discutidas características dos gêneros escritos e gêneros digitais. Foi destacada a questão das formas estáveis dos gêneros textuais e argumentado que é o contexto que configura o gênero.
           
            A aula foi finalizada como a seguinte pergunta “Um blog pode ser considerado um gênero?”

           
            Qual seria sua respostas, caríssimo leitor?


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