Caros leitores,
A sexta aula, que foi realizada no dia 13 de maio de 2015, teve
a seguinte programação:
8h – 10h -> Finalização das
apresentações sobre Tipos de hipertextos e tipos de links;
10h30 – 12h -> Início das
apresentações sobre “Gêneros digitais”.
O “primeiro tempo” de
nosso encontro foi movimentado pelas apresentações dos colegas de classe: Eliezer, Álvaro, Josimar e José Nildo acerca do tema “Tipos
de hipertextos e tipos de links”. Eles procuraram discutir o tema com base em
suas pesquisas individuais. Álvaro, por exemplo, trouxe muitos exemplos
referentes ao jornalismo, que é sua formação acadêmica. Ele falou de como os
jornais manipulam as informações utilizando os tipos de hipertextos e comentou
também a respeito do “bombardeio” de informações dos telejornais aos telespectadores/leitores/navegadores.
Nildo trouxe como exemplo de hipertexto parte de sua pesquisa sobre “Retórica”.
Josimar fez o mesmo falando de Letramento.
O professor Luiz Fernando aproveitou as
apresentações para salientar os efeitos de sentido construído através na
construção do hipertexto. Ele comentou a relação de “Similaridade” e “Contiguidade”.
Veja o esquema abaixo:
É
fundamental perceber que um dos objetivos da disciplina, a partir das leituras,
discussões e reflexões, é “desvendar” nosso olhar a respeito da construção do
hipertexto na internet. Nada é feito do nada, há sempre um objetivo (muitas
vezes econômico) para nos persuadir sem que nós percebamos. E os efeitos de sentidos
são produzidos através da construção do hipertexto, em que se incluem os tipos
de links utilizados e os diferentes modos de representação (aspectos
multimodais). Este último tópico
mencionado será discutido em postagens posteriores.
Um
exemplo decorrente desta reflexão foi que a empresa Google
recebeu uma crítica de não ser aberto totalmente e imparcial, pois privilegiam no
resultado das buscas os sites que tem alguma relação comercial com ele.
Pensando
um pouco nos efeitos de sentidos e na compreensão dos hipertextos, podemos
afirmar que é o leitor que decide o grau de informatividade que quer no
hipertexto. Supõe o tipo de leitor e se ele precisa ou não de expansão.
Existem
diversos tipos de links: Links associados aos mecanismos de busca/a downloads/argumentativos/de
expansão de conteúdos.
O
“segundo” e último tempo de nosso encontro foi movimentado pelo início das
apresentações dos textos sobre “gêneros digitais”.
Foram discutidos os seguintes textos: “Linguagem e Tecnologia Digital: Novos
Gêneros Textuais” e “Os gêneros
textuais digitais no ensino/ aprendizagem da WebLiteratura: o caso dos WebLogs”.
Questões pertinentes foram sublinhadas a partir
das duas apresentações:
- “Novo”, “ferramenta”, “suporte”... Palavras
que devem ser evitadas. Temos aqui problemas de nomenclatura.
- “Novo tipo de letramento”, “novo ambiente”, “gênero
emergente”. Mais uma vez a questão do “novo”. Será eu é novo mesmo?
- Apesar da disseminação do termo “novo”, o
conceito de texto parece continuar o mesmo, ou seja, o texto continua sendo
instância enunciativa , contrato entre autor e leitor.
- “Novos gêneros textuais são criados em função
de uma nova interface”.
Por último
foram discutidas características dos gêneros escritos e gêneros digitais. Foi
destacada a questão das formas estáveis dos gêneros textuais e argumentado que
é o contexto que configura o gênero.
A aula foi
finalizada como a seguinte pergunta “Um blog pode ser considerado um gênero?”
Qual seria
sua respostas, caríssimo leitor?


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