Boa noite, “navegadores”!
O décimo encontro foi
realizado no dia vinte e sete de outubro de dois mil e quinze.
Esta
aula teve um caráter um pouco mais expositivo, em que o professor Luiz Fernando
apresentou à turma três textos/aulas: “Hipertextos
Multimodais – Revendo o conceito de Multimodalidade”, “Multimodalidade e Leitura de Imagens:
a construção de sentidos em textos verbo-visuais” e “Abordagem semiótica para leitura de imagem - Proposta
de Roland Barthes para a análise de imagens”.
Estes três textos são, na verdade,
resenhas/aulas preparadas por Luiz Fernando com base em outros materiais.
A partir da leitura do primeiro
texto “Hipertextos
Multimodais – Revendo o conceito de Multimodalidade”, podemos destacar alguns
pontos importantes.
Tudo
que é posto em algum lugar é expressivo. É importante perceber o espaço
topográfico que a imagem está posta na página, o tamanho...
Mais
uma vez foi argumentado que o leitor não é autônomo ao ler um hipertexto, pois
através da “saliência” o produtor do
material induz a leitura.
Fizemos
uma pequena análise no site do Youtube e
percebemos o quanto ele é comercial.
De
acordo com o texto, para Ted Nelson o hipertexto é não-linear, mas vale
ressaltar que o “não-linear” de Ted não está associado a leitura, mas a
indexação.
Chegamos
ao conceito de “Multimodalidade hipertextual”, que “são
as relações texto-imagem-som-gesto-espaço que ocorrem em ambientes
exclusivamente digitais, por meio dos links (hipertextos)”.
Veja o quadro conceituando cada modo de expressão citado no conceito de
multimodalidade:
Paralelo
as leituras foram recomendados o acesso ao “Portal da Educação”, no
youtube, e as palestras de Leandro
Karnal, também no youtube.
A partir da leitura do segundo texto “Multimodalidade e Leitura de Imagens: a construção
de sentidos em textos verbo-visuais”, pudemos realizar diversas reflexões sobre
os modos de representação não-verbais.
O verbal não é só verbal e o não-verbal
também não é só não-verbal. Não podemos fazer esta separação.
A multimodalidade é um gênero
hibrido e aqui a concepção de texto é ampliada.
A concepção de imagem adotada é como
“representação visual”, pois são artificialmente criadas.
Atribuímos sentido as imagens de
acordo com a nossa cultura, tanto quem
produz quanto quem ler.
Todos os olhos – Capa do
disco de Tom Zé.
Um conceito importante é o de
Pictorização, que, em termos simples, seria a palavra que se transforma em
imagem.
Outro
conceito interessante é o de “Inscrição indicial”, ou seja, algumas coisas
precisam de nomes para ser identificadas, outras não.
Por último, o professor fez uma
breve exposição do texto “Abordagem semiótica para leitura de imagem - Proposta
de Roland Barthes para a análise de imagens”, com o objetivo que fizemos
análise de algumas imagens.
Seguindo a linha de pensamento da
abordagem semiótica de Barthes podemos afirmar que normalmente é escolhida uma imagem para representar o todo.
Esta imagem passa de Denotativa para
Conotativa.
É importante ver o valor simbólico
das imagens.
Segundo Barthes a imagem passa por
uma redução.
Ao
final do encontro, o professor Luiz pediu para que pesquisássemos análises dos
quadros “Antropofagia” e “Abaporu”,
de Tarsila do Amaral.
Próxima postagem seguimos com as
analises das imagens.
Até a próxima!




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